É diferente de tudo o que possa por em palavras. É diferente porque é maior. É como se “pousasses as mãos nos meus olhos com carinho, como se os fechasses num beijo dolorido e me deixasses chorar, devagarinho”. Em silêncio, daqueles que provam que chegar tarde não é mau… é suficiente, se bastar para poder abraçar, em silêncio, em “compreendo”, em amor, sincero. Maior.
“all that no one sees, you see
what’s inside of me.
Every nerve that hurts, you heal
Deep inside of me.
You don’t have to speak, I feel – emotional landscapes” (Björk - Joga)
Não tenho tempo, ainda, para partilhar tempo, de antes, que faça sentido recordar, agora. Não vivi contigo o que não poderias prever, não te dei a mão quando precisaste, não sorri contigo antes, o que não sabia poder fazer-te falta, não te abracei quando te faltou tudo o que te aconchegasse… não estive porque não havia maneira de estar, porque não existíamos.
Porque é que não temos tantas memórias e histórias para contar? Porque tudo isso se cria a viver; se vive, a amar; se ama, a partilhar; se partilha, a crescer. E não tivemos, até agora, forma de darmos as mãos, as mãos dadas, correr e cair, para nos levantar, e voltar a cair! Se fico triste por haver coisas que não compreendo, que não percebo (porque não estive lá)? Fico. Mas também fico feliz porque, estando cá só agora, sinto que há quem não compreenda nem perceba entre tu e eu, um nós maior.
Isto não é a promessa de estar de agora em diante, de não te faltar nunca. É a certeza. Simples e verdadeira, porque quando se gosta, é fácil.
Obrigada por me teres feito sorrir na altura em que me parecia mais impossível. Mesmo sem saberes. Também tu chegas com um sorriso, quando nem eu sabia que era exactamente o que precisava.
Obrigada pela amizade tão grande e especial que nenhum agradecimento poderá descrever justamente.
Obrigada por me deixares gostar de ti, por me deixares dar-te a minha amizade, por confiar-te o caminho, sem hesitar.
“obrigada por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou…e se, ao menos, tudo fosse igual a ti…” Diogo.
“all that no one sees, you see
what’s inside of me.
Every nerve that hurts, you heal
Deep inside of me.
You don’t have to speak, I feel – emotional landscapes” (Björk - Joga)
Não tenho tempo, ainda, para partilhar tempo, de antes, que faça sentido recordar, agora. Não vivi contigo o que não poderias prever, não te dei a mão quando precisaste, não sorri contigo antes, o que não sabia poder fazer-te falta, não te abracei quando te faltou tudo o que te aconchegasse… não estive porque não havia maneira de estar, porque não existíamos.
Porque é que não temos tantas memórias e histórias para contar? Porque tudo isso se cria a viver; se vive, a amar; se ama, a partilhar; se partilha, a crescer. E não tivemos, até agora, forma de darmos as mãos, as mãos dadas, correr e cair, para nos levantar, e voltar a cair! Se fico triste por haver coisas que não compreendo, que não percebo (porque não estive lá)? Fico. Mas também fico feliz porque, estando cá só agora, sinto que há quem não compreenda nem perceba entre tu e eu, um nós maior.
Isto não é a promessa de estar de agora em diante, de não te faltar nunca. É a certeza. Simples e verdadeira, porque quando se gosta, é fácil.
Obrigada por me teres feito sorrir na altura em que me parecia mais impossível. Mesmo sem saberes. Também tu chegas com um sorriso, quando nem eu sabia que era exactamente o que precisava.
Obrigada pela amizade tão grande e especial que nenhum agradecimento poderá descrever justamente.
Obrigada por me deixares gostar de ti, por me deixares dar-te a minha amizade, por confiar-te o caminho, sem hesitar.
“obrigada por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou…e se, ao menos, tudo fosse igual a ti…” Diogo.
quanto ao resto, se o houver "I'll tell you in another life, when we are both cats" *










