Depois de pintar as unhas cor de cereja e de beber sangria... achar que só pode correr tudo bem. E tudo corre mal.
E mal é mau...é tudo...o resto.
Encontrei todas as pessoas que são as tuas pessoas. E que me fizeram chorar só porque estavam onde eu estava hoje, e tu podias estar. Encontrei ainda as minhas pessoas. Mas fizeram-me também chorar. Porque deixaram de estar. E as pessoas que podiam ser as nossas... e são, porque são parte de nós.
Num virar de costas, as costas, deixam-nos sós.
Chorei ao abraçar as tuas pessoas. Abracei, enquanto chorava, as minhas pessoas. E, no fim, nenhumas dessas... pessoas... foram, no fim, pessoas.
As teorias de sempre... as mais bonitas teorias que, sempre correm bem... nas teorias.
Nesta, como em todas as noites, o "chega depressa", não chega nunca.
Mas, enfim, cheguei à nossa casa.
Trouxe-me um taxista bêbado, embriegado!
Não me fez diferença, desde que me trouxesse àquela que, sendo minha, é para mim, a nossa "casa. Quieta." À espera.
Quase sem já ... esperar.
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